segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Do professor que era índio e virou viking

Sentados em volta de um mapa, no chao, analisávamos o que podiamos:

"Eu morei alí!"
"Nossa, olha o nome dessa cidade"
"Minha vó nasceu por aqui, ó"
"Que saudade do Rio de Janeiro..."

É verdade que o propósito da aula nao era procurar cidades perdidas e vidas vividas, mas no momento em que aquele mapa foi colocado no chao, cheio de pontinhos e estradas que indicavam tantos lugares diferentes, foi inevitável nao comentar e procurar. Parecia que nunca tinhamos visto um mapa antes.
Assim vimos, ou tentamos focar a nossa atençao, nas grandes regioes brasileiras. Foi o que os dinamarqueses chamariam de "hyggelit" e nao me peça para explicar o que é isso. Talvez o professor viking, puxe dos seus antepassados e descubra o que significa essa palavra.

Falamos também de movimento feminista,
Globalizaçao, Milton Santos,
Pigs.
A boa e nova Geografia.
E nova sim, a Geografia além de planícies e aquecimento global. A Geografia Política! Tao esquecida pelos convencionais e tao querida agora por mim.






2 comentários:

  1. Caraca! Acho que essa é a melhor palavra para o momento!
    Eu ainda não fiz a minha declaração de admiração a essa Nova Geografia e você minha querida já percebeu tão rapidamente do momento que estamos vivendo! Isso mesmo Sophia, essa Geografia nos fala na alma, no cotidiano e é desta forma que devemos sentí-la.
    Vamos dialogar muito ainda minha queridona!

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  2. Ah sim...esqueci de dizer que fiquei emocionado pelo retorno!
    A inquietação está presente em nosso diálogo!

    Grande beijo!

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