Sentados em volta de um mapa, no chao, analisávamos o que podiamos:
"Eu morei alí!"
"Nossa, olha o nome dessa cidade"
"Minha vó nasceu por aqui, ó"
"Que saudade do Rio de Janeiro..."
É verdade que o propósito da aula nao era procurar cidades perdidas e vidas vividas, mas no momento em que aquele mapa foi colocado no chao, cheio de pontinhos e estradas que indicavam tantos lugares diferentes, foi inevitável nao comentar e procurar. Parecia que nunca tinhamos visto um mapa antes.
Assim vimos, ou tentamos focar a nossa atençao, nas grandes regioes brasileiras. Foi o que os dinamarqueses chamariam de "hyggelit" e nao me peça para explicar o que é isso. Talvez o professor viking, puxe dos seus antepassados e descubra o que significa essa palavra.
Falamos também de movimento feminista,
Globalizaçao, Milton Santos,
Pigs.
A boa e nova Geografia.
E nova sim, a Geografia além de planícies e aquecimento global. A Geografia Política! Tao esquecida pelos convencionais e tao querida agora por mim.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Das aulas intermináveis
Querem saber sobre a aula mais difícil? Saibam entao que todas sao!
Quatro horas que parecem nunca acabar. Nao é fácil essa vida de pré-vestibular. E por falar nisso, quem nao concorda em estipular a ditadura dos estudos e exilar essa prova infernal? Mandemos ela para bem longe daqui!
Mas enquanto meus planos de uma ditadura contra as provas de vestibulares ainda nao funciona, falemos entao do que é de real interesse dos senhores leitores.
As aulas.
Começo assim, pelo mais difícil.
Folheio o caderno atrás de um refresco na memória, isso nao me toma muitos minutos, pois já acho a confusao e os rabiscos de uma certa aula que tanto me cansa.
Lembro bem, o professor simpático que nas primeiras aulas nos enganou com discussoes interessantes sobre o tal preconceito linguistico, mera enganaçao para aqueles que achavam que a gramática tinha sido deixada de lado.
Pouco tempo depois, meu cérebro já estava se bagunçando.
PERÍDO, FRASE, ORAÇAO!
interminável gramática, verbos nao nocionais,nocionais sem noçao! que transita nao transita, termos, oraçao, heresia, sujeito ali, que nao está, que se escondeu. foi-se embora e nao termina. foram-se os sujeitos vieram entao os predicados. nao acaba, nao termina, se integra, complementa. me deixa tonta...
Entao, este é o português? Meu português? Nem parece a língua materna, a língua que me é tao familiar. Antes tao corriqueira, agora nada mais é do que gramática. Pragmática, antiprática. Para os senhores doutores e professores, nao basta saber falar, tem que saber gramática. E viva o professor Filemon!
Regras e regras, coisas e coisas, e quem diria que algo tao simples podia ser tao complicado?
Quatro horas que parecem nunca acabar. Nao é fácil essa vida de pré-vestibular. E por falar nisso, quem nao concorda em estipular a ditadura dos estudos e exilar essa prova infernal? Mandemos ela para bem longe daqui!
Mas enquanto meus planos de uma ditadura contra as provas de vestibulares ainda nao funciona, falemos entao do que é de real interesse dos senhores leitores.
As aulas.
Começo assim, pelo mais difícil.
Folheio o caderno atrás de um refresco na memória, isso nao me toma muitos minutos, pois já acho a confusao e os rabiscos de uma certa aula que tanto me cansa.
Lembro bem, o professor simpático que nas primeiras aulas nos enganou com discussoes interessantes sobre o tal preconceito linguistico, mera enganaçao para aqueles que achavam que a gramática tinha sido deixada de lado.
Pouco tempo depois, meu cérebro já estava se bagunçando.
PERÍDO, FRASE, ORAÇAO!
interminável gramática, verbos nao nocionais,nocionais sem noçao! que transita nao transita, termos, oraçao, heresia, sujeito ali, que nao está, que se escondeu. foi-se embora e nao termina. foram-se os sujeitos vieram entao os predicados. nao acaba, nao termina, se integra, complementa. me deixa tonta...
Entao, este é o português? Meu português? Nem parece a língua materna, a língua que me é tao familiar. Antes tao corriqueira, agora nada mais é do que gramática. Pragmática, antiprática. Para os senhores doutores e professores, nao basta saber falar, tem que saber gramática. E viva o professor Filemon!
Regras e regras, coisas e coisas, e quem diria que algo tao simples podia ser tao complicado?
Foi-se o tempo em que para ir a escola bastavam os cadernos e os livros
Cá estou eu na internet, depois da rotineira rotina, do dia a dia diário, do estudo sofrido, cá estou eu criando um blog para fins ainda desconhecidos pela minha pessoa e supostamente conhecidos por um professor de português. Fins desconhecidos sim, pois a finalidade disso aqui ainda é por mim incompreendida.
Comecemos do começo:
"Faça duas postagens por semana, uma sobre a aula que mais te interessou e outra sobre a que mais teve dificuldade"
Existe entao, jeito mais fácil de fazer um aluno mentir?
Se assim querem, assim começarei. Mas dai-me o direito aos erros de português, o direito da liberdade de expressão e até quem sabe da liberdade poética. E saiba agora, que isso nao foi nada mais do que uma introduçao, pois todo blog que se preze, precisa de uma explicaçao sobre o motivo de sua existência.
Comecemos do começo:
"Faça duas postagens por semana, uma sobre a aula que mais te interessou e outra sobre a que mais teve dificuldade"
Existe entao, jeito mais fácil de fazer um aluno mentir?
Se assim querem, assim começarei. Mas dai-me o direito aos erros de português, o direito da liberdade de expressão e até quem sabe da liberdade poética. E saiba agora, que isso nao foi nada mais do que uma introduçao, pois todo blog que se preze, precisa de uma explicaçao sobre o motivo de sua existência.
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